Guilherme d'Oliveira Martins procurou hoje desmistificar a ideia de que o Tribunal de Contas está sempre de olhos cerrados nas contas das autarquias, considerando que a fiscalização prévia é algo que pode ajudar a desenvolver a actividade dos municípios.
«A fiscalização prévia é um meio, um instrumento. É fundamental que essa fiscalização prévia garanta, por exemplo, o controlo do endividamento, a percepção global do que são as responsabilidades do Estado», adiantou na sua intervenção na conferência sobre Poder Local organizada pela TSF e OTOC (Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas).
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